quinta-feira, 28 de outubro de 2010

POR QUE NÃO APRENDER UM POUCO DE GEOGRAFIA? ( parte II )

As coisas, hoje em dia, não têm mudado muito. Tem somente piorado, pois esses espólios de terra e divisões de fronteiras acontecem ainda em alguns lugares do planeta em um mesmo tempo.

É verdade que algumas nações, por um espaço de tempo, têm mantido estabilidade em suas fronteiras. Todavia, países considerados pobres ou em desenvolvimento tem problemas de fronteiras ou tem alterado drasticamente suas fronteiras de década a década. 1989 foi o início de um novo círculo de definições de fronteiras principalmente por causa desintegração da antiga União Soviética e os países a ela alinhados no chamado bloco socialista. Essas mudanças no passado convertiam em pesadelo a vida dos cartógrafos. Quando terminava uma nova série de mapas e impressos já chegara ao publico um produto obsoleto e não constituía um reflexo de uma realidade vigente, política mundial.

Obtenha em alguma livraria ou loja um mapa em branco. Com a continuação compre em uma livraria papel de desenho, e identifique sobre um papel as supostas fronteiras políticas mais recentes. Mantenha-se informados pela internet ou informações da impressa que certamente darão a conhecer as mudanças que ocorrem e assim poderá fazer as modificações necessárias em seu papel de desenho, e siga fazendo isto. Notarás que em um espaço de tempo aconteceram mudanças cartográficas em seu mapa em relação ao seu rascunho. Se fazer isso, para você, parece demasiado trabalhoso, não faça em todo mapa-múndi. Limite sua pesquisa a um continente. Por exemplo, a África ou Ásia.

Desde a década de 90 o mapa-múndi mudou várias vezes, novos países aparecem, novas fronteiras são delimitadas. Essas mudanças todas acabaram gerando guerras que trouxeram a tona uma série de conflitos. 

“CONTINENTE NEGRO”
A África chamamos de “continente negro”, não tanto pela pigmentação de seus habitantes (fator que acentua mais as diferenças entre os homens, e sim, como admissão geral de nossa ignorância acerca do que ali ocorre). Entretanto, a luz do dia começou a muito tempo a iluminar a África negra, e as mudanças se traduzem em um borbulhar caleidoscópio de demandas étnicas sempre em mudanças e alteração das fronteiras políticas, e divisões ideológicas, em tensões econômicA África talvez seja o continente negro, remoto, que não nos interessa, Porém o que ali sucede é algo que afeta muito de perto nosso sistema diário de vida. Elementos minerais e vegetais, absolutamente indispensáveis, e que escasseiam bastante em escala mundial, precedem da África. Sem eles nossas vidas se veriam drasticamente alteradas. Por que, não tratamos de aprender um pouco mais de geografia, e de familiarizamos mais com essa vasta e importantíssima parte de nosso mundo?

 




Tradução e adaptação de Jean Marcelo da Silva da Revista “LAS BUENAS NOTICIAS DEL MUNDO DE MANÂNA”.

CURIOSIDADE

Os antigos gregos criam que a terra era mantida suspensa nas costas e ombros de um homem bem forte chamado Atlas.

POR QUE NÃO APRENDER UM POUCO DE GEOGRAFIA? ( parte I )

Quando os astronautas foram à lua voltaram com assombrosas fotografias do planeta em que vivemos. Pela primeira vez na historia, pudemos ver, por completo, nossa bonita órbita azul, praticamente a mesma vista que usufrui Deus.

Deus “suspende a terra sobre o nada” Jó 26:7 disse isso aproximadamente 4.000 anos atrás.


Na metade do caminho para a lua, nossa terra parece uma brilhante gema, recortada sobre um fundo negro de um universo adormecido. Realmente a terra é "suspensa sobre o nada ", como diz a Bíblia, em um testemunho que data de milhões de anos.

Para quem tem navegado pela infinidade do espaço, a Terra é o “lar”, algo desejável e de saudade, um lugar que se deseja voltar.

As fronteiras políticas não são visíveis desde as alturas, só se distinguem os perímetros dos continentes rodeados por águas azuis da vida. Ao contrário do que ocorre com os mapas usados nas aulas escolares, os distintos países não aparecem claramente especificados em tonalidades de rosado, vermelho, verde, azul, laranja ou amarelo. Todas estas cores estão presentes, porém não separadas ou isoladas, e sim, suavemente misturadas, todavia desde uma proximidade de perspectiva. Os principais rios e cordilheiras montanhosas aparecem definidos como acidentes geográficos que, por um longo período, tem sido usado para converter-los em fronteiras políticas – Todavia não se vê linhas rígidas inflexíveis nem marcas que sinalizem longitude ou latitude, arbitrariamente traçadas, que deformam a vista natural da terra tal como o Criador a desenhou.

A terra, desde o alto, se reduz a uma esfera brilhante e bela, desenhada para ser compartilhada por todas as formas de vida que a povoam. É algo assim como uma singular nave espacial, integrada, indivisa e cheia de vida. É um corpo vital, e o que ocorre em uma de suas partes afeta o restante.

Todavia, uma análise mais de perto da dura realidade, e uma perspectiva míope desde a superfície terráquea, transforma a harmonia em confusão e caos.

Os homens, para apoderar se das riquezas que Deus colocou sobre a terra e dentro dela, com generosidade e amor, preferem escolher o caminho da divisão e da conquista. O homem, negando que todos somos membros de uma mesma família (fundada por Adão e Eva), tem preferido acentuar as diferenças físicas através da história, criando maiores divisões, cada vez mais profundas. Cheios de ambição e cobiça, os homens foram apoderando-se de pequenas porções do território, algumas maiores que outras, perdendo assim todos os benefícios que poderiam ter tido se houvessem aprendido a compartilhar o todo, em lugar de persistir em dividir.

Os livros de história e geografia mostram as repetidas flutuações das fronteiras políticas. Essas fronteiras, em sua maioria traçadas com sangue, demonstram que a regra, para cada sucessiva geração de homens, tem sido apoderar-se da porção do vizinho.

NOSSA PROPOSTA METODOLÓGICA

- Associar teoria à prática, isto é, exemplificando na vida real os conceitos contidos nos livros.

- Desenvolver:
- pesquisas
- aulas de campo
- elaboração de maquetes de acordo com o assunto estudado.
- trabalhos em grupo, visando a socialização da turma.
- video-aulas
- visitas a lugares relacionados aos conteúdos estudados.
- atividades lúdicas ligadas ao ensino da Geografia, Cultura e História.
- promover a integração dos pais na escola através de visitas à sala de aula.

AVALIAÇÃO

Será contínua, isto é, o aluno será analisado em todo o seu desempenho em sala de aula, o que inclui: participação, resolução das tarefas, frequência, interação com os colegas nos trabalhos em grupo, e também testes escritos.

CONVITE À COMUNIDADE ESCOLAR

              Se observarmos ao nosso redor, cada invenção, que de alguma forma contribui para o bem estar da humanidade, algumas delas tem por trás um idealizador, um observador, um pesquisador que dedicaram seu tempo e suas habilidades para o benefício da humanidade. Venceram as adversidades simplesmente, no desejo de decifrar e compreender as leis que nos cercam. A partir da observação dos fatos cotidianos chega-se a grandes descobertas que mudam vidas e marcam os tempos e as épocas.
          As grandes invenções científicas surgiram a partir dessas observações, como por exemplo, o vapor saído de uma chaleira no fogo levou à invenção da máquina a vapor. Tudo parte da observação, e depois, o uso da intuição e do raciocínio resultam em criações e invenções que mudam nossas vidas e melhoram cada vez mais nosso dia-a-dia.
          Os gênios inventores mudaram nossas vidas. Agora é a nossa vez. Durante mais um ano estamos a  expor nossas idéias e pesquisas através da arte da escrita e da comunicação. Convidamos todos vocês a acompanharem o desenvolvimento de seus filhos, sendo mais presentes na vida escolar deles, nas reuniões de pais e mestres, enfim, dando-lhes incentivo e apoio, pois a educação é um processo que não acontece somente na escola, mas também no lar e na vivência familiar de cada educando.
Jean Marcelo Silva